• 17/07/2012 17h01 - Atualizado em 17/07/2012 17h01

    Jesus para o homem

    “E achado em forma como homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz.” — Paulo. (FILIPENSES, CAPÍTULO 2, VERSÍCULO 8.)

    O Mestre desceu para servir,
    Do esplendor à escuridão…
    Da alvorada eterna à noite plena…
    Das estrelas à manjedoura…
    Do infinito à limitação…
    Da glória à carpintaria…
    Da grandeza à abnegação…
    Da divindade dos anjos à miséria dos homens…
    Da companhia de gênios sublimes à convivência dos pecadores…
    De governador do mundo a servo de todos…
    De credor magnânimo a escravo…
    De benfeitor a perseguido…
    De salvador a desamparado…
    De emissário do amor a vítima do ódio…
    De redentor dos séculos a prisioneiro das sombras…
    De celeste pastor a ovelha oprimida…
    De poderoso trono à cruz do martírio…
    Do verbo santificante ao angustiado silêncio…
    De advogado das criaturas a réu sem defesa…
    Dos braços dos amigos ao contacto de ladrões…
    De doador da vida eterna a sentenciado no vale da morte…
    Humilhou-se e apagou-se para que o homem se eleve e brilhe para sempre!
    Oh! Senhor, que não fizeste por nós, a fim de aprendermos o caminho da Gloriosa Ressurreição no Reino?