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Campanha 30/11/1999
HISTÓRICO
Na reunião do Conselho Federativo Nacional de novembro de 1999 foi sugerida a criação de uma Comissão Temporária para apresentar propostas ao CFN, buscando aperfeiçoar o trabalho de Unificação, com base no Pacto Áureo. A Comissão foi formada pelos representantes das Federações Espíritas do Distrito Federal, Paraibana e do Estado de Goiás, União das Sociedades Espíritas do Estado de São Paulo (USE-SP), União das Sociedades Espíritas do Estado do Rio de Janeiro (USEERJ), União Espírita Paraense; Cruzada dos Militares Espíritas e pelo coordenador das Comissões Regionais. Após reuniões sucessivas durante o ano de 2000, a Comissão elaborou um Plano de Ação trazendo vários projetos, visando a melhora do trabalho de Unificação. Entre outros projetos, surgiu a proposta da realização de uma Campanha voltada a oferecer caminhos de construção da paz, para os homens em geral, já que cooperar com a paz é: - Comparecer espiritualmente no esforço defensivo, orando a Deus pela união da família humana; - Rogar a Deus pelos governantes, para que cessem no mundo as guerras desumanas; - Interceder junto a Deus para a fraternidade em todos os recantos da Terra, considerando que a paz no mundo começa imprescindivelmente pela paz interior.
OBJETIVO
“No momento em que os homens em geral manifestam preocupação pela conquista de uma paz duradoura, tendo em vista, acima de tudo, o estado de guerra e de terrorismo que a humanidade está vivendo, a Campanha “Construamos a Paz Promovendo o Bem” tem o objetivo de oferecer uma alternativa segura e consoladora para os seres humanos, esclarecendo que só se consegue uma paz duradoura se todos os homens aprendermos a promover o bem, divulgando-o, destacando-o e praticando-o permanentemente, no lugar do mal que é constantemente noticiado, divulgado, promovido e praticado em todas as suas formas.” (Ata da Reunião Ordinária do CFN/2001) Foram elaboradas sugestões de cartazes e logomarcas, aprovadas na reunião do CFN de novembro de 2003.
CAMPANHA
"Tendo como base e roteiro os ensinos espíritas, em particular os seus ensinos morais que emanam do Evangelho, todas as instituições, órgãos de divulgação, dirigentes e trabalhadores espíritas, ficam convidados a trabalhar, espontânea e voluntariamente, na sua comunidade e na sua área de ação, destacando, divulgando e promovendo o bem que está sendo realizado e o que pode vir a ser realizado, em todas as suas mais variadas formas de manifestação, – em pensamento, em sentimento e em ação –, independentemente da raça, povo ou religião de quem o pratique, seja pessoa ou instituição.” (Ata da Reunião Ordinária do CFN/2001)
1. Público Alvo
- Pessoas de todos os níveis sócio-culturais, conhecedoras ou não da Doutrina Espírita;
- Pessoas de todas as faixas etárias.
2. Meios
Toda infra-estrutura das instituições espíritas, em todos os níveis do Movimento Espírita (entidades de âmbito nacional, estadual e municipal);
Todos os meios de comunicação vinculados aos órgãos de unificação, bem como veículos de comunicação independentes, através de palestras, cursos, cartazes, folhetos, vídeos, páginas eletrônicas, out-doors, rádios, jornais, televisão, adesivos, etc.
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