ESTUDO E PRÁTICA DA MEDIUNIDADE: UMA INTRODUÇÃO
A necessidade do aperfeiçoamento do trabalhador da área da mediunidade faz parte do Projeto 1868 de Allan Kardec, item Ensino espírita, publicado em Obras Póstumas.
Na introdução de O Livro dos Médiuns o Codificador do Espiritismo ressalta: “Todos os dias a experiência nos traz a confirmação de que as dificuldades e os desenganos, com que muitos topam na prática do Espiritismo, se originam da ignorância dos princípios desta ciência [...]. De par com os médiuns propriamente ditos, há, a crescer diariamente, uma multidão de pessoas que se ocupam com as manifestações espíritas. Guiá-las nas suas observações, assinalar-lhes os obstáculos que podem e hão de necessariamente encontrar, lidando com uma nova ordem de coisas, iniciá-las na maneira de confabularem com os Espíritos, indicar-lhes os meios de conseguirem boas comunicações, tal o círculo que temos de abranger, sob pena de fazermos trabalho incompleto.”
Tendo com referências essas orientações, Federação Espírita Brasileira-FEB disponibilizou ao Movimento Espírita, a partir de março de 1998, o Programa de Estudo e Educação da Mediunidade, organizado em dois níveis de estudo: Programas I e II. Em julho de 2001 e de 2005, respectivamente, a FEB publicou a segunda e a terceira edição, ambas substancialmente revisadas, cujo título foi modificado para Estudo e Prática da Mediunidade.
