O estudo da mediunidade tem, segundo Kardec, as seguintes conseqüências:
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Demonstra existência do mundo espiritual, habitado pelas almas daqueles que viveram no plano físico, resultando a admissão da existência do Espírito e a sua sobrevivência à morte do corpo físico.
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Os Espíritos conservam a sua individualidade antes e após a desencarnação.
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Os Espíritos formam grupos ou famílias no plano espiritual de acordo com as simpatias e afinidades existentes ente eles.
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Os Espíritos se manifestam pela mediunidade de indivíduos denominados médiuns.
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As manifestações mediúnicas dos Espíritos revelam o seu estado de alegria e de sofrimentos segundo o modo por que empregaram o tempo de vida terrena.
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As comunicações dos Espíritos são ostensivas ou ocultas.
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As relações dos Espíritos com os encarnados são constantes. Os bons Espíritos amparam e orientam para o bem. Os Espíritos imperfeitos atraem as pessoas para o mal.
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Conscientes do seu estado e situação, Espíritos retificam as idéias que tinham sobre o sentido da vida, preparando-se para novas reencarnações.
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As novas reencarnações oferecem oportunidades de progresso espiritual e de reparar equívocos cometidos em existências pretéritas, reajustando-se perante a Lei de Deus.
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Há no Espírito encarnado: o corpo físico, análogo aos dos animais e animado pelo princípio vital; O Espírito, propriamente dito; o perispírito que mantém o Espírito unido ao corpo físico e serve de molde para a construção deste. O perispírito é o veículo utilizado pelo Espírito para se manifestar no plano espiritual.