O Estudo Aprofundado da Doutrina Espírita apresenta fundamentos, relacionados em seguida, os quais não devem ser ignorados pela equipe que integra o Curso: coordenadores, monitores, equipe de apoio, assessores e participantes.
A ciência espírita compreende duas partes: experimental uma, relativa às manifestações em geral; filosófica, outra, relativa às manifestações inteligentes. Allan Kardec: O Livro dos Espíritos. Introdução, item 17.
Falsíssima ideia formaria do Espiritismo quem julgasse que a sua força lhe vem da prática das manifestações materiais [...]. Sua força está na sua filosofia, no apelo que dirige à razão, ao bom-senso. [...] Fala uma linguagem clara, sem ambiguidades. Nada há nele de místico, nada de alegorias suscetíveis de falsas interpretações. Quer ser por todos compreendido, porque chegados são os tempos de fazer-se que os homens conheçam a verdade [...]. Não reclama crença cega; quer que o homem saiba por que crê. Apoiando-se na razão, será sempre mais forte do que os que se apóiam no nada. Allan Kardec: O Livro dos Espíritos. Conclusão, item 6.
O Espiritismo é, ao mesmo tempo, uma ciência de observação e uma doutrina filosófica. Como ciência prática ele consiste nas relações que se estabelecem entre nós e os Espíritos; como filosofia, compreende todas as consequências morais que dimanam dessas mesmas relações. Allan Kardec: O Que É O Espiritismo. Preâmbulo.
O Espiritismo não traz moral diferente da de Jesus [...]. Os Espíritos vêm não só confirmá-la, mas também mostrar-nos a sua utilidade prática. Tornam inteligíveis e patentes verdades que haviam sido ensinadas sob a forma alegórica. E, juntamente com a moral, trazem-nos a definição dos mais abstratos problemas da psicologia [...]. Allan Kardec: O Livro dos Espíritos. Conclusão, item 8.
O Espiritismo se apresenta sob três aspectos diferentes: o das manifestações, dos princípios e da filosofia que delas decorrem e o aplicação desses princípios. Allan Kardec: O Livro dos Espíritos. Conclusão, item 7. |